Queria tanto te dizer o que senti
De que maneira cada coisa passou pela minha cabeça
Contar quando e como tudo fez sentido
Confesso que minha vontade de reconhecer-te
Pode me botar confusa
E que, talvez, interprete mal seus gestos
Como também poderia confirmar
que tendo sempre ao boicote
Desacreditando, por vezes,
as coisas mais óbvias
Mas não pude identificar meus sentimentos
Não fui capaz de crer plenamente no que gostaria
Ou de ignorar por completo minhas esperanças
Por medo
e por uma dificuldade contínua
de mim comigo mesma
não soube querer para sempre
nem dizer adeus
Aguardo que, mansamente,
O turbilhão sossegue
E que os bons ventos tragam idéias mais claras
No fundo buscamos sempre a certeza
Será que somos capazes de realmente identificá-la?
Ou a camuflamos, quando necessário
E a deixamos passar, quando desatentos
Espero poder um dia
Contar o que passou na minha cabeça
Dizer que meu coração segue com ela
Guiado com a garantia da minha vontade
E do meu desejo
De que maneira cada coisa passou pela minha cabeça
Contar quando e como tudo fez sentido
Confesso que minha vontade de reconhecer-te
Pode me botar confusa
E que, talvez, interprete mal seus gestos
Como também poderia confirmar
que tendo sempre ao boicote
Desacreditando, por vezes,
as coisas mais óbvias
Mas não pude identificar meus sentimentos
Não fui capaz de crer plenamente no que gostaria
Ou de ignorar por completo minhas esperanças
Por medo
e por uma dificuldade contínua
de mim comigo mesma
não soube querer para sempre
nem dizer adeus
Aguardo que, mansamente,
O turbilhão sossegue
E que os bons ventos tragam idéias mais claras
No fundo buscamos sempre a certeza
Será que somos capazes de realmente identificá-la?
Ou a camuflamos, quando necessário
E a deixamos passar, quando desatentos
Espero poder um dia
Contar o que passou na minha cabeça
Dizer que meu coração segue com ela
Guiado com a garantia da minha vontade
E do meu desejo
Um comentário:
Veia que maravilha saber que voltarei a me deliciar com os seus textos, pensamentos e refelxões.
Te amo! hermana!
Postar um comentário